Ainda não tenho como provar isso de maneira “científica”. Contudo, já agora no primeiro round de entrevistas que estou fazendo dentro do Second Life, tenho cada vez mais certeza que as empresas em geral seguem por linhas opostas ao que deveriam quando se trata de marketing no metaverso.

Não é tão caro assim ter uma ilha no SL, comparando com outros investimentos em publicidade. Mas eu acho que os caras do mkt estão naquela do “ah, se pegar pegou”.

A presença virtual da TAM, por exemplo (http://www.reuters.com/article/internetNews/idUSN1240331620070413). Não fazia muito sentido, para ser franco, e tinha até comentado isso com o pessoal na turma. Além de oferecer sei-lá-o-que para os visitantes (lembre-se que o avatar pode voar), era feito tipo um switch com o site da empresa. Ora, bolas. Se eu quiser comprar a passagem eu quero que esteja logo ali, na minha frente. Não faz sentido.

Bem, dito e feito. Não sei explicar, mas não consigo mais achar a TAM no Second Life…

Exemplo contrário é o do Bradesco. Para minha surpresa, a ilha deles está povoada e “bombando”. Muito provavelmente porque não ficaram naquela baboseira de core business e foram para a mais pura atividade de branding. Está dando certo, mesmo sem oferecer serviço financeiro algum dentro do SL.

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